Vencedor do Nobel Robert Millikan questionava teoria de Einstein sobre fótons

Carreira do físico americano que recebeu o Nobel de Física de 1923 não foi isenta de controvérsias e grandes desafios, conta Paulo Nussenzveig

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Na nova edição de Ciência e Cientistas, o físico Paulo Nussenzveig, professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Física (IF) da USP, narra as descobertas de Robert Andrews Millikan, físico americano que recebeu o Nobel de Física de 1923, por trabalhos sobre cargas elétricas elementares e o efeito fotoelétrico.

“Millikan iniciou sua carreira na Universidade de Chicago, em 1896, época em que os alicerces das ciências físicas começavam a sofrer significativos abalos”, conta Nussenzveig, ao reforçar que a carreira do brilhante físico não foi isenta de controvérsias e grandes desafios. Dentre eles, Millikan se dedicou a realizar experimentos cuidadosos que tinham como objetivo provar que o cientista Albert Einstein, que havia proposto uma teoria sobre como a radiação eletromagnética deveria ser quantizada e que tal quantidade elementar que definia a luz era o fóton, estava errado.

Ouça mais no áudio acima.

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