Vacinas têm reações secundárias mínimas

Essas substâncias são um dos maiores sucessos da ciência mundial, principalmente por prevenirem doenças graves

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No primeiro boletim Pílula Farmacêutica desta semana, o assunto continua sendo as vacinas, um dos maiores feitos da ciência, pois serviram para reduzir o impacto de doenças infecciosas graves, como a poliomielite, varíola, entre outras. Porém, como qualquer invenção médica, elas não são 100% seguras.

No entanto, as reações secundárias dessas substâncias são mínimas e, por isso, quando comparados com os benefícios que trouxe para a humanidade, na redução da mortalidade e na proliferação de doenças, os prós se elevam aos contras. Além disso, as vacinas também passam por diversos testes e avaliações antes de chegar à fase final de aplicação e são examinadas por institutos reguladores, como a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para não correr o risco de sofrer nenhum efeito colateral, as vacinas devem ser tomadas somente através de indicação médica, pois devem ser aplicadas na idade correta, quantidade exata e em número certo de doses.  

O boletim Pílula Farmacêutica é apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade. Trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana. Ouça, no link acima, a íntegra do boletim.

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