USP realiza pesquisas sobre o 5G com instituições internacionais

Especialista destrincha nova tecnologia, que já é realidade no meio acadêmico

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O 4G ainda é novidade em muitos lugares do País. Ainda sim, já ocorre uma forte corrida no meio acadêmico e na indústria para testar e implementar o 5G, previsto para meados de 2020. Além de uma velocidade maior de download, essa nova geração promete mudanças mais drásticas. De acordo com Sérgio Takeo Kofuji, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da USP, entre essas novidades estão um menor tempo de latência – tempo de atraso entre a comunicação de ponta a ponta – e uma conexão entre os robôs, que permitiria o que ele chama de internet das coisas.

Um exemplo seriam os drones, que realizam atividades diferentes, e têm a capacidade de trocarem informações entre si. O esperado é que a tecnologia injete cerca de US$ 12 trilhões na economia mundial até 2025. O professor conta que, no meio acadêmico, o 5G já é uma realidade. A USP tem duas pesquisas em parcerias com instituições internacionais sobre o assunto em estágios avançados. A segurança que a rede traria é outro ponto importante sobre essa nova geração.

Os EUA mostraram o desejo de criar uma rede nacional para evitar o controle da área pelos chineses. Takeo explica que quem possuir a tecnologia poderá extraviar informações e ter acesso ao que é circulado na rede. Porém, ele acredita que o governo americano só tomou essa atitude para pressionar suas empresas de tecnologia, setor em queda no País.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Você pode ouvir a entrevista completa no player acima.

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