Um tsunami de protestos se alastra pelo mundo, analisa Marília Fiorillo

A causa principal dos protestos é o aprofundamento da desigualdade, do abismo entre quase todo mundo e uma microscópica minoria, explica a colunista

Na edição de hoje, a professora Marília Fiorillo comenta sobre os vários motivos dos protestos que explodem pelo mundo. “Um tsunami de protestos se alastra pelo mundo”, ressalta.

Para Marília, a gota d’água é um mar de descontentamento represado há anos contra o empobrecimento imposto por políticas de austeridade, corrupção e ausência de democracia real. “O verdadeiro denominador comum é o aprofundamento da desigualdade, do abismo entre quase todo mundo e uma microscópica minoria”, analisa.

Os protestos são especiais, segundo Marília, por que são espontâneos, apartidários, massivos, atingem  todas as camadas da população e  todas as idades, derrubando muralhas sectárias. “É bobagem dizer que as redes sociais são protagonistas. O descrédito com as instituições, por mais legítimo que seja, não resolve. Ao invés de acabar com elas, melhor seria aplicar uma nova imaginação política que desse conta do aqui e agora”, acrescenta.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Conflito e Diálogo.


Conflito e Diálogo
A coluna Conflito e Diálogo, com a professora Marília Fiorillo, vai ao ar toda sexta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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