Um recenseamento de buracos negros feito no Brasil

João Steiner explica como está sendo feito o levantamento mais preciso até agora de buracos negros

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Desenho artístico de um disco de acreção de plasma quente orbitando um buraco negro – Foto: Nasa

Um buraco negro é um objeto no espaço com tamanha força de atração gravitacional que nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, pode escapar. É muito difícil fazer um recenseamento preciso dos buracos negros já que, além de não emitirem nenhuma luz, parte deles não tem os efeitos magnéticos luminosos difusos ao seu redor, o chamado disco de acreção, como mostrado no desenho.

Em “Entender Estrelas” desta semana, o professor João Steiner nos conta sobre o ambicioso projeto que ele lidera, em pesquisa no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP em parceria com outras instituições. A ideia é registrar todos os buracos negros supermassivos (que ficam no núcleo de cada galáxia) do chamado universo local, que é até onde se consegue “enxergar” em grande detalhe com telescópios. Clique no áudio acima para ouvir a coluna.

 

 

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