Tratamento reparador de genitália atípica ainda é pouco conhecido

Doença de malformação da genitália dificulta reconhecimento do sexo social da criança

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Durante os dois primeiros meses de vida intrauterina do bebê, as genitálias são comuns para meninas e meninos. A partir desse período, há a diferenciação. No entanto, quando esse processo fica incompleto, caracteriza-se a malformação da genitália atípica.

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Sobre o assunto, o Jornal da USP conversa com a professora titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP e pesquisadora do Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados (IEA), Berenice Bilharinho de Mendonça. Ela esclarece questões sobre a doença, que pode se manifestar também na puberdade. Além disso, a professora explica que existe tratamento reparador, mas que este é ainda é pouco conhecido.

Segundo a pesquisadora, muitos que sofrem dessa malformação só vêm a ser tratados na vida adulta por falta de recursos e distância de centros preparados. A doutora explica que a reparação ainda na infância é o ideal.  

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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