Sífilis não é uma doença erradicada no Brasil

A infecção sexualmente transmissível continua a ser uma preocupação de saúde pública no Brasil

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As infecções por sífilis têm tido um recrudescimento preocupante no Brasil. Segundo o infectologista Marcelo Magri, do Departamento de Moléstias Infecciosas do Hospital da Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, tanto pessoas que têm uma maior exposição, por exemplo, profissionais do sexo, até pessoas que só têm um parceiro vêm sendo surpreendidas com a bactéria.

O médico enfatiza a importância de se utilizar preservativo durante o sexo oral e avalia que o uso de drogas e álcool tende a levar a uma perda do senso crítico, o que pode ser um fator de risco em uma relação sexual. Magri indica, sobretudo, a realização de exames médicos periódicos. A repórter Sylvia Miguel, inclusive, passou pelos procedimentos para confirmar sua praticidade.

Na segunda parte da série de reportagens sobre infecções sexualmente transmissíveis, o infectologista Marcelo Magri detalha as formas de transmissão da sífilis.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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