Senhas e biometria não garantem a segurança do usuário

Colunista alerta para o uso de senhas repetidas e ressalta que não existe um sistema de identificação perfeito

Na coluna Datacracia de hoje, Luli Radfahrer comenta sobre o uso de senhas como forma de comprovar uma identidade. “Há 50 anos, a sua presença física era sua identidade. O que acontece no mundo digital é que a gente perde isso. Então para que você seja você mesmo, você precisa comprovar, como se você precisasse sempre apresentar sua identidade, que, no caso, é o conjunto usuário-senha”, explica.

No entanto, nem esse sistema nem a biometria são completamente seguros ou eficazes. Colocar sempre a mesma senha é um risco para a segurança, mas a maioria das pessoas assim o faz porque é mais cômodo do que decorar várias diferentes. Mesmo com esse cenário, não há muitas perspectivas na criação de um sistema de identificação perfeito. Radfahrer acha que a melhor maneira seria “terceirizar, confiar essa função a alguma empresa que não seja o Google ou o Facebook para ser o administrador da sua identidade. Logo começarão a surgir administradores como aqueles de cartão de crédito, e isso se tornará um negócio comum”.

Saiba mais ouvindo a coluna na íntegra.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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