Regiões pobres são as que mais sofrem com falta de coleta seletiva em SP

Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP analisou a distribuição do serviço durante três anos

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Na cidade de São Paulo, o serviço de coleta seletiva é distribuído de maneira desigual, privilegiando as regiões mais ricas e deixando a desejar nas regiões vulneráveis. Essa é uma das conclusões apontadas pela pesquisa de doutorado de Marli Aparecida Sampaio, advogada e presidente da ONG SOS Consumidor.

A tese foi defendida pela Faculdade de Saúde Pública da USP e analisou a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos entre os anos de 2013 a 2016, no município de São Paulo. Para chegar a esse resultado, a pesquisadora cruzou dados fornecidos pela Prefeitura com dados do Índice Paulista de Vulnerabilidade Social, que aponta as regiões mais vulneráveis de acordo com a renda, acesso a serviços públicos, saneamento básico, entre outros itens.

Na reportagem acima, ela fala dos resultados da pesquisa e sobre como a população é impactada pelas políticas adotadas.

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