Reforma sindical deve vir antes da trabalhista, afirma professor da USP

A afirmação é do professor Otávio Pinto e Silva, da Faculdade de Direito da USP, segundo o qual os sindicatos não atendem o trabalhador

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Acompanhe a entrevista da repórter Marcia Avanza com o professor Otávio Pinto e  Silva, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

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Foto: Camila Domingues/ Fotos Públicas
Foto: Camila Domingues/ Fotos Públicas

O governo deve encaminhar ao Congresso Nacional, até o fim de 2016, três propostas que envolvem mudanças nas leis trabalhistas. A informação foi dada pelo ministro do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira. Segundo ele, as propostas têm como objetivo atualizar a CLT, regulamentar a terceirização e regulamentar o Programa de Proteção ao Emprego.

A repórter Marcia Avanza conversou com o professor de Direito do Trabalho e Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP, Otávio Pinto e Silva, a respeito das propostas do governo. De acordo com o professor, o que deve mudar não é a legislação trabalhista, mas a organização sindical que, da forma como funciona atualmente, não representa os trabalhadores como deveria.

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