Redes inteligentes otimizam sistema de energia elétrica

As “smart grids” unem diversas tecnologias para buscar soluções em eficiência energética

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Smart grids é um termo novo e surge à semelhança de conceitos como smartphone. Ele faz alusão a redes inteligentes de energia elétrica, em que o uso de recursos como a automação torna a produção, a distribuição e o armazenamento de energia mais eficientes. Além disso, essas novas tecnologias facilitam a identificação de falhas e desvios no sistema de energia.

O professor Eduardo Asada, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, explica que o aumento da demanda pelo uso de energia elétrica acontece em um ritmo maior ao da capacidade de se explorar as fontes de energia existentes.

Por isso, é possível que, em um futuro próximo, as próprias casas passem a ser autossuficientes na produção de energia. “Acho que vai ser uma necessidade breve, isso já acontece na Europa, nos Estados Unidos. Onde existe um aumento grande da demanda, eles precisam mais de outras fontes de energia”, diz Asada. O barateamento de equipamentos de tecnologia torna esse cenário mais perto da realidade.

O investimento em smart grids também pode aumentar o acesso à energia elétrica por camadas da sociedade que não possuem recursos para pagar pelo uso dela mensalmente — uma solução possível seria através de painéis fotovoltaicos, cita o professor.

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