Pulsos magnéticos auxiliam no tratamento do vício em cigarro

Novos métodos de tratamento contra o tabagismo utilizam estímulos cerebrais e o perfil genético do dependente

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Uma nova forma de tratamento contra o tabagismo está em fase de testes no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP (Incor). O método, pioneiro no Brasil, não é invasivo e já é aplicado em casos de depressão, esquizofrenia e obesidade.

Como descreve a Dra. Jacqueline Scholz Issa, médica cardiologista do Incor, por meio de um campo magnético, estimula-se partes específicas do cérebro a liberar os mesmos neurotransmissores relacionados ao prazer e ao bem estar que a nicotina proporciona.

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A médica explica que a nicotina entra na vida de muitos indivíduos como antidepressivo ou ansiolítico e que a privação dela, portanto, é insuportável. Há necessidade de uma intervenção que leve em consideração todas essas circunstâncias, caso contrário, a pessoa pode até parar de fumar, mas logo retorna, comenta a especialista.

Dra. Issa adiciona que o Incor também está trabalhando com um tratamento que se baseia no perfil genético do paciente para otimizar sua medicação.

Ambos os protocolos contra o tabagismo estão abertos a voluntários e a Dra. convida os interessados a entrarem em contato. Os números são (11) 2661-5592 ou (11) 3067-0400.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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