Professora da USP vê com cautela participação brasileira na Olimpíada

Professora da Escola de Educação Física falou à Rádio USP sobre o desempenho esperado pelo Brasil nos jogos olímpicos

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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olimpiadas_rio2016_logoO voleibol masculino e feminino, o judô feminino e a participação individual de atletas como Robert Scheidt, Arthur Zanetti e Bruno Fratus concentram, na opinião da professora Katia Rubio, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, as grandes esperanças do Brasil para os jogos olímpicos do Rio de Janeiro.

Foto: Alex Ferro/Divulgação Rio 2016
Foto: Alex Ferro/Divulgação Rio 2016

A despeito disso, porém, ela acredita que não devemos nos deixar levar pelo enganoso discurso de que obteremos muitas medalhas olímpicas. Para Katia, foi criada uma expectativa muito grande em relação ao desempenho do Brasil na Olimpíada, o que não corresponde, exatamente, à realidade, e os próprios dirigentes olímpicos começam a rever a projeção segundo a qual o País ficaria entre as dez maiores potências olímpicas.
“A preparação de um atleta, para chegar a ser olímpico”, diz a professora, “envolve de 8.000 a 12.000 horas de treinamento. Não existe milagre”. De acordo com ela, “por mais que tenham havido incentivos e condições materiais para se avançar em relação a patamares passados, ainda há muito a percorrer até que um atleta brasileiro chegue aos jogos olímpicos e obtenha uma medalha”.

A entrevista da professora Katia Rubio – que você ouve a seguir – foi concedida à jornalista Marcia Avanza.

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