Prioridades para o próximo ministro da Ciência e Tecnologia

Redução da burocracia, estímulo ao financiamento privado e fortalecimento da ciência básica foram destacados pela cientista

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Na última semana, o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou, via Twitter, o nome de Marcos Pontes, engenheiro e ex-astronauta, como próximo Ministro da Ciência e Tecnologia.

Nesta edição de Decodificando o DNA, Mayana Zatz se dedica a comentar alguns pontos que, em sua visão, devem ser foco da próxima gestão para a pasta. Uma de suas recomendações é que o próximo ministro, que já deu declarações enaltecendo a ciência aplicada, não deixe de se preocupar também com a ciência básica – que em um primeiro momento pode não trazer resultados práticos, mas traz os conhecimentos necessários para que a ciência aplicada avance.

A professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP defende ainda a redução dos entraves burocráticos para a ciência nacional, exemplificando com o caso dos trâmites de importação de insumos para pesquisa, que atrasa ou até mesmo impede o desenvolvimento de muitos trabalhos. Quanto ao financiamento para o setor, que atravessa uma dura fase, Mayana diz que, apesar de alguns avanços, as doações de empresas e pessoas físicas para projetos científicos poderiam ser incentivadas.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Decodificando o DNA.

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