Pesquisadores amadores fazem ciência ao lado de profissionais

Pessoas comuns observam a natureza e os dados disponíveis e podem contribuir para novas descobertas

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A prática da pesquisa amadora remonta à época de Galileu, com pessoas que fabricavam as próprias lunetas. No Brasil, a área não é nova, mas está em ascensão. O País já conta com mais de 200 grupos de pesquisadores amadores movidos por iniciativa individual.

O professor doutor Augusto Damineli, do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explicou algumas questões sobre o ramo. Ele comenta que já trabalhou com a ajuda de dados e observações de qualidade de pesquisadores amadores pelo mundo. Além dessas explicações, o professor destaca que os amadores descobrem muitas coisas através da observação de dados os quais profissionais não têm tempo disponível para analisar.

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