Pedras tinham a mesma função dos óculos no Império Romano

Nesta semana, o professor Eduardo Rocha faz uma retrospectiva histórica dos óculos

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Na coluna “Fique de Olho” desta semana, o professor Eduardo Rocha faz uma retrospectiva histórica dos óculos. Hoje, a variedade de modelos no mercado é grande e conta, ainda, com lentes polarizadas, que retiram excesso de brilho, e até as bifocais, que têm a parte de baixo da lente para perto e a de cima para longe.

Mas nem sempre foi assim. É possível que o filósofo romano Sêneca, conta ele, tenha lido todos os livros disponíveis em Roma com uma pedra bem polida que ampliava as letras. Ele até recomendou ao imperador Nero pedras polidas para proteger os olhos do excesso de luminosidade em ambientes externos. Além disso, Rocha fala que é provável que o objeto tenha surgido a partir dos primeiros contatos entre as civilizações asiáticas e o Império Romano durante as rotas da seda.

O artefato se espalhou pela Europa a partir de estudos e melhorias na confecção, como é o caso das pesquisas sobre o funcionamento das lentes do alemão Johannes Kepler. Dessa forma, o professor ressalta que os óculos ajudam a enxergar melhor e proteger os olhos. Ouça acima, na íntegra, a coluna do professor Eduardo Rocha.

Por: Giovanna Grepi

 

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