Parto programado é hoje uma epidemia mundial

Medo, idade avançada, primeira gestação, maior escolaridade e renda, obesidade materna são alguns dos fatores que levam as mães a optarem pela cesariana

O médico Alexandre Faisal comenta as novidades científicas sobre as epidemias de cesarianas, que não são exclusividade brasileira. A Organização Mundial da Saúde ()MS) preconiza que o limite das cesarianas deve ser entre 10% a 15% dos partos, no entanto, isso nem sempre é respeitado.

Uma pesquisa iraniana levantou os motivos que levam as mães a solicitarem aos médicos realizar cesarianas ao invés de parto normal. Dentre os motivos de solicitação da mãe para o parto programado estão o medo do parto, medo da dor, ansiedade pela saúde do bebê, medo de ficar com incontinência urinária, de ter um trauma pélvico, infertilidade prévia, etc. Um dado curioso, segundo Faisal, é que foi observado que fatores sociodemográficos também podem interferir, como estar em idade materna avançada, estar na primeira gestação, maior escolaridade e renda, obesidade materna e ser menos religiosa.

Ouça no player acima a íntegra da coluna Saúde Feminina.


Saúde Feminina
A coluna Saúde Feminina, com o professor Alexandre Faisal, vai ao ar toda quinta-feira às 10h, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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