Para professora, reforma da Previdência pode aumentar desigualdade

Previdência deve ser reformulada, mas atual proposta age contra princípios da justiça social

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No mês de março, nada agitou tanto a política nacional quanto a proposta de reforma da Previdência. Enviado pelo presidente Michel Temer, o projeto eleva a idade mínima de requerimento da aposentadoria para 65 anos, com um tempo de contribuição de pelo menos 25 anos.

Afetando diversos setores e grande parte dos trabalhadores brasileiros, a medida provocou uma série de protestos que ocupou as ruas de todo o Brasil no último dia 15. Além das passeatas, sindicatos convocaram greves responsáveis por paralisar setores do transporte e educação.

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Em meio a tantas manifestações, o primeiro recuo: seis dias após a paralisação, Temer excluiu servidores estaduais e municipais da reforma. O setor ocupado por policiais e professores era um dos que participavam mais ativamente dos movimentos que tomaram as ruas. Muito criticada, a retirada foi vista como uma forma de acalmar os ânimos da população.

A Rádio USP conversou com a professora do Departamento de Ciências Políticas da Universidade, Marta Teresa da Silva Arretche. Na entrevista, a especialista comentou sobre a eficiência do projeto e as alterações que vem sofrendo nas últimas semanas.

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