Para colunista, delações da JBS apresentam pontos obscuros

José Álvaro Moisés levanta algumas questões que considera estranhas no episódio das delações dos irmãos Wesley e Joesley Batista

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O professor José Álvaro Moisés, em sua coluna “A Qualidade da Democracia”, aborda as delações dos irmãos Batista, as quais mergulharam o Brasil numa crise de proporções gigantescas. Ele levanta alguns pontos que considera estranhos em todo esse episódio, como, por exemplo, o fato de o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, ter recebido os áudios com as delações dos irmãos Wesley e Joesley Batista sem manifestar qualquer preocupação em verificar a legalidade do que lhe estava sendo entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Outra questão levantada pelo colunista diz respeito ao próprio acordo de delação estabelecido com os irmãos Batista, uma vez que prevê uma imunidade completa para ambos – eles estão podendo se deslocar livremente –, quando o mesmo não ocorreu a partir do acordo firmado com os executivos da Odebrecht. Para Álvaro Moisés, tais questões precisam ser investigadas, uma vez que sobre o presidente Michel Temer pesam as acusações de corrupção passiva, obstrução da Justiça e formação de quadrilha.

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