O WhatsApp e o poder de influenciar a decisão do eleitor

Para Guilherme Wisnik, o eleitor foi manipulado de forma insidiosa pela tecnologia

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Nesta edição da coluna Espaço em Obra, o professor Guilherme Wisnik fala da manipulação dos eleitores em tempos de redes sociais, enfocando sua análise sobretudo no WhatsApp e na forma insidiosa como atua na vida das pessoas, como ficou claro, segundo ele, durante o processo eleitoral. Num contexto de crise econômica e social, como o que vivemos, e que não poupa as próprias instituições, o WhatsApp age de maneira a influenciar a decisão do eleitor – e faz isso com eficiência.

Para o colunista, as novas tecnologias mudaram completamente o cenário do jogo, mostrando-se mais eficazes nesse aspecto que a grande imprensa, até porque esta sofre as consequências da avaliação pública. “O WhatsApp é absolutamente capilar e permite mensagens em segredo, que chegam quase que personalizadamente”, afirma Wisnik, e de uma forma que desafia qualquer lógica de previsão e de pesquisas, como as realizadas pelos institutos especializados. Ainda segundo ele, esse tipo de “ranqueamento” pode ser danoso para a democracia.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Espaço em Obra.

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