O rock morreu?

Quase falência da fabricante de guitarras Gibson, em 2018, foi sinônimo da morte do rock

Nesta edição do programa História do Rock, o professor Mario De Vivo retoma as perguntas deixadas em aberto no programa anterior e fala também sobre o futuro do rock.

Para o professor De Vivo, “afirmar que o rock morreu é um dos temas mais frequentes da imprensa especializada em música pop rock e da imprensa em geral”. De Vivo conta que, em 1972, a banda inglesa The Who lançou o single Long Live Rock (Vida longa ao rock), “música escrita no auge do rock, que, na época, era uma forma dominante de música popular”.

O professor explica que a última década foi um período conturbado para todos os setores da produção musical. “Em 2018, os jornais do mundo anunciaram a quase falência da fabricante de guitarras Gibson como sendo um sinônimo da morte do rock.” De Vivo aponta, de acordo com murmúrios da época, “que os jovens não tinham interesse em se empenhar, a ponto de dominar o instrumento”. 

De Vivo ressalta que tais boatos estavam errados e, no fim, o rock não morreu: “Afinal, a produção de guitarras elétricas cresceu no mundo todo. E, enquanto o instrumento existir, o rock viverá, pois é o sinônimo deste gênero, que permanece forte e muito presente na sociedade”.

Ouça no link acima a íntegra do programa História do Rock.

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