O papel institucional do Ibama não acompanhou as mudanças e necessidades da sociedade

Para o analista Cristiano Vilardo, o órgão não se reinventou, nem se replanejou ao longo desses anos

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O programa Ambiente é o Meio desta semana traz entrevista com Cristiano Vilardo, analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no Rio de Janeiro.

Vilardo trabalha no Ibama desde 2002 e sua área de atuação é o licenciamento ambiental com foco em projetos de exploração de petróleo no mar. Ele conta que o órgão foi constituído a partir da fusão de quatro entidades brasileiras que atuavam na área ambiental: Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Superintendência da Borracha (Sudhevea), Superintendência de Desenvolvimento da Pesca (Sudepe) e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF).

Para o analista, “o Ibama não se reinventou, nem se replanejou ao longo desses anos”. Então, hoje, as responsabilidades do órgão no nível federal são o licenciamento ambiental de empreendimentos de grande e significativo impacto ambiental (projetos de infraestrutura, exploração de petróleo, rodovias e hidrelétricas), fiscalização do desmate na Amazônia e programas de áreas específicas de expertise do órgão, como, por exemplo, a regulação de agrotóxicos.

Ambiente é o Meio é uma produção da Rádio USP Ribeirão Preto em parceria com professores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e Programa USP Recicla da Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) da USP.

Ouça acima na íntegra o programa Ambiente é o Meio.

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