O “fator China” no encontro entre Trump e Kim Jon-un

O encontro acontecido na semana passada, na Indonésia, entre Trump e o ditador Kim Jon-un, não chegou a resultados concretos

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O tema da coluna de Pedro Dallari desta semana focalizou o já histórico encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o ditador norte-coreano Kim Jong-un, na Indonésia, ocorrido na semana passada. A proposta do evento era baixar a tensão na península coreana após uma série de lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, inclusive sobre céus japoneses, que não atingiram o país, mas deixaram um tom de ameaça pairando sobre a região.

É difícil, diz Dallari, dizer quais serão os desdobramentos do encontro – ou mesmo se haverá desdobramentos. Enquanto Trump se comprometeu a retirar a força-tarefa norte-americana da região, as sinalizações norte-coreanas foram, por sua vez, um tanto vagas. Alguns analistas, no entanto, disseram que Trump saíra vitorioso por possibilitar o diálogo. O que não se registrou, de toda forma, e foi discutido na semana passada em um encontro de estudantes de relações internacionais, aqui na Cidade Universitária, foi o que se convencionou chamar de “fator China”. A China, próxima da Coreia do Norte e que mantém relações ambíguas com os Estados Unidos, certamente teve um papel de relevo no encontro. Resta saber o que acontecerá agora na região. Confira no post acima.

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