Nem todo método contraceptivo pode prevenir uma ISTs

Além de evitar uma gravidez indesejada, os preservativos de barreira são a melhor solução para prevenir uma infecção

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O primeiro boletim do Pilula Farmacêutica desta semana aborda os principais métodos contraceptivos de barreira. Apesar

de existirem diversos tipos, nem todos os métodos são eficientes para prevenir as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Mesmo existindo diversos métodos, os únicos meios que podem garantir uma relação sexual segura são os de barreira, dispositivos removíveis que evitam a entrada do esperma no útero. Esses contraceptivos também são indicados para mulheres que não podem tomar algum tipo de hormônio.

Atualmente, o método mais usado no mundo são os preservativos masculinos, conhecidos como camisinhas, tubos feitos de látex ou outros materiais hipoalergênicos, com uma ponta que serve como depósito para o esperma. As camisinhas são descartáveis e são tidas como o método mais simples e com baixo custo.

O preservativo feminino é similar ao masculino, mas é posicionado no interior da vagina, podendo ser colocado até oito horas antes de qualquer contato íntimo com a boca ou com o pênis e capaz de ser usado até mesmo durante a menstruação. Outro método é o uso do diafragma, anel flexível envolvido por uma fina camada de borracha que impede a entrada dos espermatozoides; entretanto, ele sozinho não tem uma eficácia tão alta e deve ser combinado com outro contraceptivo.

Os métodos de barreira são extremamente importantes na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis e não devem ser abandonados mesmo com o uso de outros meios de contracepção; geralmente eles são disponibilizados de forma gratuita pelo SUS e podem ser encontrados no posto de saúde mais próximo.

O boletim Pílula Farmacêutica é apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade. Trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana.

Ouça acima, na íntegra, o boletim Pílula Farmacêutica.

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