Não se pode associar Islã à violência, diz colunista

A professora Marília Fiorillo cita exemplos históricos que demonstram que o islamismo nunca foi sinônimo de violência

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Na coluna “Conflito e Diálogo” desta semana, a professora Marília Fiorillo trata da destruição da Grande Mesquita de Al-Nuri, em Mossul, no Iraque, pelo autoproclamado Estado Islâmico, o qual, nas palavras da colunista, nada tem a ver com Estado e muito menos com islamismo. Ela lembra que o grupo terrorista tornou-se notório pela destruição de templos e santuários considerados patrimônios da humanidade. Basta recordar a cidade de Palmira, “pérola da arquitetura e da civilização”, destruída em 2015.

A ironia, dessa vez, é que foi na mesquita de Al-Nuri que o líder do Daesh proclamou, em 2014, o seu califado, mais um claro exemplo a ilustrar que esse grupo terrorista possui uma ideologia a defender. A professora Marília observa ainda que se trata de um erro muito grande associar o Islã à violência – fazer isso é ignorar a própria história do islamismo.

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