Nanomedicina desenvolve proteção de antígeno para vacinas orais

Parceria entre Responsabilidade Público Privada leva pesquisa da USP para aplicação na indústria farmacêutica

Pesquisadores do Instituto Butantan, do Instituto de Física da USP (IFUSP e do Departamento de Química da Unifesp, em conjunto com a empresa farmacêutica Cristália, têm promovido a criação de um protetor de antígeno para vacinas orais a base de sílica.

Nano proteção de sílica permite que o antígeno vacinal não seja destruído pelo corpo – Foto: Divulgação

A professora titular do IFUSP e pesquisadora nesse trabalho,  Márcia Fantini,  explica que a nano proteção de sílica ativa o sistema imunológico e permite que o antígeno vacinal não seja destruído pelo corpo.

Ela conta que experimentos foram conduzidos em camundongos com qualidade de sistema imunológico diferentes. Ou seja, uns tinham boa resposta imunológica e outros eram chamados de “maus respondedores.” Os testes com sílica em “maus respondedores” revelaram reações como aqueles dos “bons respondedores.”

A professora Márcia esclarece ainda que a parte de pesquisa fica a cargo dos institutos das universidades e os testes clínicos e produção são de responsabilidade da empresa.

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