Mulheres têm papel de destaque no “Nobel Verde” do ambientalismo

O Prêmio Goldman 2018 de Meio Ambiente, também conhecido como “Nobel Verde”, foi concedido a cinco mulheres, entre seis agraciados

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A imprensa nacional pouco noticiou, mas cinco mulheres foram agraciadas, recentemente, com o Goldman Environmental Prize de 2018, conhecido como o “Nobel Verde” do ambientalismo. A notícia foi veiculada no site do jornal Valor Econômico, no último dia 24 de abril.

O colunista chama a atenção para o papel superior da mulher quando a questão é o desenvolvimento sustentável, visto que a premiação para cinco mulheres, entre seis agraciados, foi um feito inédito. “Há uma diferença de atuação entre homens e mulheres quando o assunto é a sustentabilidade. Existe um conflito de gênero em relação ao compromisso com a sustentabilidade e na capacidade de perceber os problemas ambientais e outras questões, como a desigualdade ”, afirma Eli da Veiga. Na opinião do professor, a notícia merecia mais destaque nas mídias brasileiras.

As premiadas foram: Francia Marques, da Colômbia; Claire Nouvian, da França; LeeAnne Walters, dos EUA; Khanh Nguy Thi, do Vietnã; e Makoma Lekalakala e Liz McDaid, ambas da África do Sul. O único homem premiado foi o filipino Manny Calonzo.

O Goldman Environmental Prize (Prêmio Goldman de Meio Ambiente) é um prêmio atribuído anualmente a uma base ambiental de ativistas, um de cada uma das seis regiões geográficas: África, Ásia, Europa, Ilhas e Ilha das Nações Unidas, América do Norte e do Sul e América Central. O prêmio foi criado em 1990 pelos líderes civis e filantropos Richard N. Goldman e sua esposa, Rhoda H. Goldman.

Ouça a coluna na íntegra.

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