Mudanças de comportamento exigem mais do que simples informação

Para especialista em Infecções Sexualmente Transmissíveis, prevenção deve levar em conta contextos sociais

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O termo Doença Sexualmente Transmissível (DST) tem sido substituído pelas autoridades de saúde por Infecção Sexualmente Transmissível (IST). José Ricardo de Carvalho Ayres, professor do Departamento de Medicina Preventiva da USP, explica que a mudança serve para enfatizar o fato de que muitas patologias têm períodos assintomáticos, durante os quais ainda podem ser transmitidas.

O especialista aponta que a simples disseminação de informações sobre as ISTs não é suficiente para gerar transformações de comportamento. Ayres avalia que não se podem subestimar questões de ordem cultural e socioeconômica.

Nesse sentido, o professor destaca a importância dos serviços de saúde se manterem atentos ao contexto social em que as pessoas estão inseridas, para poderem fazer intervenções mais efetivas para a prevenção. Além disso, Ayres enfatiza que a população deve cobrar seus direitos junto aos órgãos de saúde pública.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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