Movimento antivacina pode pôr a saúde de crianças em risco

Recusa à vacinação cresceu na Europa devido a uma pesquisa feita por cientista inglês com metodologia fraudada

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O movimento antivacina cresceu em alguns países da Europa como Itália, Portugal e Romênia. Isso se deve à publicação de um artigo contendo exames fraudados na Inglaterra. A diminuição da cobertura vacinal levou ao ressurgimento de doenças como sarampo e rubéola na Europa.

O professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa José Cássio de Moraes explica a consequência que esse movimento pode trazer às Américas, que erradicou o sarampo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além disso, ele ressalta a importância da vacina não apenas para aqueles que podem recebê-la, mas também às crianças que podem ser protegidas pela imunidade de grupo.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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