Mercúrio foi “laboratório de testes” de Albert Einstein

Físico alemão demonstrou que a órbita de Mercúrio indicava um movimento por um espaço-tempo distorcido

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Mercúrio, em imagem da missão Messenger, lançada com o objetivo de investigar o menor, mais denso e menos explorado dos planetas rochosos do nosso sistema solar – Foto: Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

Nesta edição de sua coluna para a Rádio USP, o professor João Steiner traz informações e curiosidades sobre mais um planeta do sistema solar: Mercúrio, um planeta rochoso que é o menor e mais próximo do Sol do nosso sistema.

Algumas particularidades de Mercúrio incluem sua órbita, que causou estranheza aos astrônomos mais antigos: por mais de meio século, cálculos indicavam a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol – Vulcano,  que jamais foi localizado, simplesmente porque não existia. Isso só foi revelado quando Einstein usou sua Teoria da Relatividade Geral para explicar a discrepância na órbita de Mercúrio. Assim, o planeta acabou servindo para mostrar que a teoria estava certa.

Em Entender Estrelas, o astrofísico da USP conta mais detalhes dessa história. Ouça a coluna na íntegra no player acima.

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