Medicina busca dignidade e evitar sofrimento em casos terminais

Lei paulista garante ao paciente à ortotanásia, uma morte sem prolongar a dor com tratamentos ineficazes

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O livre-docente e responsável pelo Laboratório de Antropologia Forense do Centro de Medicina Legal da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FM-RP) da USP, Dr. Marco Aurélio Guimarães, explica que a ortotanásia significa “morte correta” e é a prática médica de busca pela morte digna. Nesse sentido, ele considera que o desafio da ética médica é não prolongar a vida de maneira dolorosa desnecessariamente.

Segundo o professor, a ortotanásia não pode ser confundida com a eutanásia e a distanásia. A eutanásia se trata da busca ativa pela morte e é proibida por lei. Já a distanásia é provocar uma morte agônica e prolongada.

Foto: Camila Souza / GOVBA

Para o professor, é necessário que as pessoas discutam mais sobre a morte antes de se encontrarem em situações extremas. Além disso, ele explica que o procedimento da ortotanásia é mais frequente do que se imagina e menos divulgado devido à desinformação.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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