Marielle Franco foi “punida” por ousar sair de seu lugar

Em sua coluna semanal, a professora Raquel Rolnik analisa a atuação da vereadora assassinada sob o prisma da política urbana

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Nesta sexta-feira (13), completa-se um mês do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e de seu motorista, Anderson Gomes. Até o momento, ninguém foi preso e poucas informações sobre o caso foram divulgadas. As polícias civil e militar alegam que o sigilo serve para não atrapalhar as investigações. A colunista Raquel Rolnik usa a morte da vereadora para uma análise sobre a atuação de Marielle e suas implicações com certo modelo de política urbana vigente no País, em que tudo está demarcado sob regras que não podem ser violadas. Marielle ousou furar esse bloqueio.

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