Máquinas também têm ética e devem ser responsabilizadas

Punindo o objeto sempre é possível ter um objeto melhor no futuro

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Você tem alguma noção do que seja ética de máquina? Luli Radfahrer explica: “A ideia de você desenvolver uma ética de máquina é perceber, até que ponto, a culpa é do objeto, e, portanto, além de punir o indivíduo que causou o problema, você também pune o objeto e você passa a ter um objeto melhor”. Ele exemplifica com os travesseiros, os quais, no passado, foram responsáveis pelo sufocamento de bebês até surgirem os travesseiros de bebês, que impedem que estes morram sufocados. A isso se pode chamar ética de máquina, ou ética de objeto.

Em sua coluna, Radfahrer explica ainda a diferença entre a ética das coisas e a ética das pessoas. Ele entende a ética das coisas como um complemento da ética das pessoas. “Muitas das nossas ações têm reflexos desconhecidos, que podem ser enormes.” Por fim, ele aborda a questão da moralidade implícita em objetos produzidos pela tecnologia.

 

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados