Malcom X e Martin Luther King, ícones da luta contra o racismo

Malcom X pregava o enfrentamento, enquanto Luther King adotava um discurso mais pacifista: qual mensagem seria mais eficiente nos dias de hoje?

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Neste mês de abril, completam-se 50 anos da morte do pacifista Martin Luther King, Prêmio Nobel da Paz, em 1964.  Ele também foi considerado o Homem do Ano de 1963 pela Revista Time pelo seu discurso histórico, “I have a dream“.

O professor Ricardo Alexino Ferreira destaca a importância de Luther King, mas questiona se o seu discurso pacifista fazia de fato efeito em um mundo tão violento.
Com outro discurso mais enfático, Malcom X, outra liderança negra contemporânea de Luther King, pregava o enfrentamento, em que a violência seria uma autodefesa dos negros contra o racismo.

Martin Luther King morreu a tiros, em 4 de abril de 1968; Malcom X morreu também a tiros, em 21 de fevereiro de 1965.

Segundo o professor Alexino Ferreira, a contemporaneidade apresenta uma intensidade maior do racismo em todas as suas formas, o que significa que os modelos Luther King e Malcom X precisariam ser revistos.

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