Má gestão e burocratização podem gerar casos como o do Museu Nacional

Manutenção desses equipamentos públicos deve ser permanente, mesmo que não gerem retorno político

O maior museu de história natural do Brasil  foi tomado pelo fogo, que destruiu um acervo de 20 milhões de itens, entre fósseis, peças indígenas e livros raros. As causas da tragédia ainda são desconhecidas e devem ser investigadas pela Polícia Federal. A professora Raquel Rolnik comenta a gestão desses patrimônios e diz que a privatização não será a solução do problema. Acompanhe a íntegra do comentário pelo link acima.

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