Lições de ética num filme sobre lobby de armas no Congresso dos EUA

Nesta coluna, Renato Janine fala de questões sobre ética na vida social e política a partir do filme “Armas na Mesa”

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Faz sentido ser paralisado por preconceitos, medos e receios quando se está lutando por alguma coisa muito importante, muito valiosa, muito preciosa? O bem social pode ser sacrificado por preconceitos individuais ou ele é superior a eles? Esses são alguns questionamentos que o professor Renato Janine Ribeiro propõe nesta semana aos ouvintes da coluna Ética e Política.

Esta é a primeira, dentre outras colunas, em que o colunista vai abordar questões da ética na vida social e na política, a partir da análise de filmes,  livros e séries. “São programas para fazer pensar, não são programas para dar respostas prontas”, destaca Janine.

O primeiro filme escolhido é Armas na Mesa (título original: Miss Sloane / gênero: drama, thriller / ano: 2016 / país de origem: EUA, França / direção: John Madden). O longa metragem conta a história de Elizabeth Sloane (Jessica Chastain), uma lobista profissional bem-sucedida que é procurada por pessoas que desejam que ela faça lobby no Congresso americano para dificultar o controle sobre armas de fogo. Ela se recusa e decide fazer um lobby contra a indústria de armas.

“Há uma coisa que se diz muito em Filosofia, que é ‘quem quer o fim, quer os meios‘. Neste filme, nós temos um belo exemplo disso. Ela [a personagem principal] vai usar todo conhecimento sobre lobby para fazer passar a causa em que ela acredita”, diz o colunista.

Ouça, no link acima, a íntegra da coluna Ética e Política.

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