Leitura facial via smartphones favorecerá a sustentabilidade

De acordo com José Eli da Veiga, os aparelhos poderão substituir as máquinas de cartões, que ele já considera obsoletas

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Em sua coluna Sustentáculos, José Eli da Veiga comenta a relação invenção, inovação e sustentabilidade. “Estamos vivendo um processo de aceleração das inovações tecnológicas. Muitas adotadas com velocidade, outras, nem tanto”, argumenta o professor. Contudo, ele alerta que, nem sempre os processos são comparados ao grande valor da nossa época, a sustentabilidade.

Ele cita como exemplo as “máquinas de cartão” (débito, crédito, etc.), que já considera o que ele chama de “obsolescência tecnológica”, tendo em vista o avanço das tecnologias dos smartphones. “Já que estamos nos reinos dos smartphones, tais máquinas já não fazem mais sentido”, considera o colunista. Ele lembra que, na China, por exemplo, já é possível pagar uma passagem de ônibus com um smartphone.

Mas a substituição das máquinas de cartões dependerá do que os economistas chamam de “dependência da trajetória” do novo produto. “Afinal, nem sempre uma nova tecnologia emplaca.” O fim das máquinas significaria a desmaterialização da economia.

Ouça a coluna na íntegra.

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