Escola de Engenharia de Lorena investe na cultura da inovação

A geração anual de patentes da Escola de Engenharia de Lorena representa, aproximadamente, 10% do total gerado em toda a USP, por ano

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O Momento USP Inovação desta semana, com a participação de Verônica Lopes, da Agência USP de Inovação (Auspin), conversa com o professor Marco Antonio Pereira, da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, coordenador do Polo Auspin Lorena. A Agência está presente em cada campus da USP com o objetivo de dar atendimentos locais, criando uma rede de cooperação que acompanhe e estimule as atividades de pesquisa e extensão local, favorecendo a identificação de oportunidades e parcerias.

Antes de compreender o funcionamento do Polo Auspin Lorena, o professor  esclarece que é primordial conhecer as particularidades da EEL, como sendo um centro de excelência totalmente focado em engenharia. A Escola de Engenharia de Lorena possui seis cursos de graduação: Engenharia Ambiental; Engenharia Bioquímica, Engenharia Física, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção e Engenharia Química. Os esforços da Auspin tendem, justamente, ao avanço técnico-científico da escola, através de parcerias com organizações governamentais, empresariais e do terceiro setor.

Pereira relata que desde o início de seu trabalho frente à agência, tem se observado um aumento significativo na cultura do empreendedorismo no campus USP em Lorena. Nos últimos três anos, uma série de ações têm sido lançadas pela Auspin, com o intuito de fomentar ainda mais o empreendedorismo na EEL. “Todo semestre levamos 45 alunos para visitar startups e grandes empreendimentos, como o campus Google e o Parque Tecnológico de São José dos Campos”, expõe o coordenador da agência. Há inclusive uma disciplina de empreendedorismo nos cursos de graduação.

Outra grande iniciativa foi a imersão no O Cubo, maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina, na qual 25 alunos passaram uma semana na cidade de São Paulo, integrando com startups. A partir disso, esses alunos passaram a ser grandes divulgadores da cultura do empreendedorismo, comenta o professor Marco Antonio.

A busca por inovação tecnológica é outro propósito da Auspin, isto é, a transformação da pesquisa acadêmica em conhecimento aplicado. Sendo assim, há um incessante trabalho com os alunos da pós-graduação. Estimular o pesquisador a transformar sua tese de doutorado, ou mestrado, em patente é uma busca por parte da agência. O coordenador do Polo Lorena relata dados promissores dessa busca. Hoje, a geração anual de patentes da EEL representa, aproximadamente, 10% das patentes geradas em toda a USP, por ano.

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