Indústrias biotecnológicas utilizam metodologia com fragmentos peptídicos

Professora da FCFRP afirma que apoio da Agência USP de Inovação é essencial para o desenvolvimento de uma patente

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As indústrias biotecnológicas utilizam metodologias que envolvem a marcação, solubilização, estabilização ou purificação dos fragmentos peptídicos. Os peptídeos são formados por dois ou mais aminoácidos por intermédio de ligações peptídicas.

Seus fragmentos são foco da patente da professora Ana Patrícia Yatsuda Natsui e dos alunos de pós-graduação Luiz Miguel Pereira Pedroso e Marília Morais Simon, todos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP.

A ideia é melhorar a produção de proteínas recombinantes, que tem várias aplicações biotecnológicas, como, por exemplo, vacina e diagnóstico. “A nossa patente é visando obter proteínas, provavelmente com maior solubilidade”.

A professora ressalta a importância do apoio da Agência USP de Inovação. “A Agência faz uma reunião com a gente e encaminha para um escritório que só faz redação específica para patente, sem isso a gente não faria”, afirma.  Ouça a entrevista no link acima.

Por Giovanna Grepi

 

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