Índice de Desenvolvimento Humano em municípios é freado pela crise

Acesso a serviços de saúde e escolaridade apresentaram crescimento nos anos de 2016 e 2017, mas dados não levam em conta o fator qualidade

Na coluna Reflexão Econômica desta semana, o professor Luciano Nakabashi fala sobre o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) municipal, que ocorreu nos anos de 2016 e 2017, e a queda na renda durante o mesmo período.

O IDH é uma medida importante, concebida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para avaliar a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de uma população. De acordo com Nakabashi, o crescimento municipal no Brasil foi sutil, de 0,776 para 0,778, que é considerado lento e “reflete muito a questão da crise que o País enfrentou”.

Saúde e educação são fatores que compõem o IDH, e o professor conta que o Brasil vem crescendo em índices como expectativa de vida e escolaridade, mas que os números são imperfeitos. Chama a atenção também, para questões voltadas à sustentabilidade, ressaltando que o desenvolvimento econômico precisa ser acompanhado por um cuidado especial com o meio ambiente.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Reflexão Econômica.

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