Grupos G7 e G20 têm perspectivas favoráveis para este ano

Colunista é otimista em relação às metas dos dois grupos, que propiciarão avanços na questão da sustentabilidade

Em sua coluna “Sustentáculos” desta semana, o professor José Eli da Veiga chama atenção para o que vai ocorrer com os dois organismos. Ele vê com otimismo o fato de o G7 estar sobre a presidência do Canadá e o G20 com a Argentina.

O Grupo dos Sete (G7) é composto de Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, além da União Europeia, que também está representada na entidade. Já o Grupo dos 20 (G20) é formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia.

O professor destaca que o primeiro ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou entre as prioridades: mudanças climáticas, oceanos e energias limpas. Para a cúpula do G20, o presidente argentino, Mauricio Macri, lançou como tema a construção de um consenso para o desenvolvimento sustentável baseado em três tópicos: futuro do trabalho, infraestrutura para o desenvolvimento e um futuro sustentável para os alimentos. “Ocorrerão avanços”, afirma o colunista.

Em relação ao futuro, o colunista lembra que em 2020 o G7 estará sob a presidência dos EUA e o G20, com a Arábia Saudita. “São duas nações que ‘remam’ contra a ideia de energias limpas e que não dão prioridade a questões como a dos oceanos”, lamenta. Isso torna ainda mais decisiva esta fase em 2018, em que as duas cúpulas estarão em situações favoráveis.

Eli da Veiga também abre espaço para uma correção: numa coluna anterior, Banimento do amianto no Brasil teve guerra de “lobbies”, o professor fez um agradecimento à Rádio RWA, do Rio Grande do Sul, que reproduz a coluna “Sustentáculos”. Contudo, a Rádio RWA tem sua sede no Nordeste, na cidade do Recife, em Pernambuco. Na internet, a rádio pode ser ouvida no endereço radiowebagroecologia.com.br.

Ouça a coluna na íntegra.

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