Fiocruz e USP lançam plataforma para criar dispositivos de diagnósticos

Numa primeira fase, a ideia é ter chips para diagnósticos de zika e dengue

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Um esforço conjunto entre Fiocruz, USP, Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto pode levar o Brasil a uma  desoneração em torno de US$ 19 bilhões no déficit ocasionado pela importação de insumos da indústria biofarmacêutica na balança comercial brasileira.

É o que poderá gerar uma plataforma para aproximação da pesquisa básica orientada ao desenvolvimento de produtos biotecnológicos, que está em fase de implantação no campus da USP em Ribeirão Preto.  

O projeto piloto dessa plataforma tem foco nos dispositivos médicos, com  ênfase inicialmente em um dispositivo molecular POC, point of care, para detecção dos vírus de zika, dengue e chikungunya.

Em entrevista ao jornalista Ferraz Júnior (Rádio USP de Ribeirão Preto), o diretor da Fiocruz em Ribeirão Preto, Rodrigo Stábeli, falou mais sobre essa plataforma e seu impacto no sistema de saúde brasileiro e no mercado nacional de diagnósticos e insumos para diagnósticos. 

O  Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Clique no link acima e ouça a entrevista na íntegra.

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