Fenômeno global, Copa do Mundo também apresenta lado obscuro

Problemas decorrentes de uma integração econômica que se faz de maneira perversa também está refletido no evento

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Em sua coluna Globalização e Cidadania desta semana, o professor Pedro Dallari comenta as diferentes facetas da Copa do Mundo 2018, tanto enquanto fenômeno de audiência global quanto como o produto de uma dinâmica econômica complexa.

A edição de 2018 será a primeira realizada no Leste Europeu e a décima primeira realizada na Europa, depois de a Alemanha ter sediado o torneio pela última vez no continente em 2006. Pela primeira vez, todas as 209 nações filiadas à Federação Internacional de Futebol (Fifa) inscreveram-se para participar das eliminatórias e 32 seleções participam na competição.

Entretanto, nem tudo é congraçamento no que diz respeito ao maior espetáculo futebolístico do mundo, já que alguns dos grandes nomes por trás da Fifa se encontram em conflito com a lei. “O lado obscuro da globalização, com todos os seus problemas, decorrentes de uma integração econômica que se faz de maneira perversa, também está refletido na Copa do Mundo”, explica Dallari.

Ouça mais clicando no áudio acima.

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Textos relacionados