Falhas na proteção de dados expõem fragilidade do Facebook

Usuários do sistema tiveram seus dados obtidos sem nenhuma autorização prévia

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

A fragilidade de proteção de dados do Facebook, a maior rede social do planeta, é o tema do colunista Glauco Arbix esta semana. A preocupação com o assunto acentuou-se depois que uma empresa norte-americana, a partir de um simples teste, conseguiu obter milhões de dados e até a identidade de usuários da rede social, o que serviu para a criação de perfis posteriormente utilizados na campanha que elegeu Donald Trump presidente dos EUA. O problema, segundo Arbix, é que os dados foram obtidos sem nenhuma autorização prévia, sem que os usuários percebessem, porque milhares deles concordaram em utilizar as condições daquele aplicativo.

De quem é a responsabilidade por essa imensa invasão de privacidade?, pergunta o colunista. “Na verdade, o Facebook vende produtos e ideias, ou seja, influencia pessoas e não apenas os convertidos. O Facebook depende da arrecadação com anúncios e propaganda e se tornou uma empresa gigantesca, a maior do planeta, porque faz isso muito bem.” A União Europeia já aprovou um sistema geral de proteção de dados, que o Brasil tem apenas de modo parcial, sublinha Arbix. Para ele, é essencial que essas questões sejam reguladas. Acompanhe a coluna, na íntegra, pelo link acima.

 

 

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados