Fabricantes de cigarros encaram adversidades e incertezas

Aposta em dispositivos eletrônicos não garante êxito futuro

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O sucesso de tempos passados nos negócios da indústria de tabaco não deve se repetir. E os próprios conglomerados do lucrativo mercado de fumo já se preparam para esse futuro incerto.

O médico e militante antitabagista João Paulo Lotufo comemora. “Eles querem substituir o cigarro normal pelo cigarro aquecido e vaporizado”, explica. “Só que já estão saindo vários trabalhos sobre o malefício do cigarro eletrônico.”

“Temos que abolir as duas coisas”, reforça Lotufo.

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