Estudos analisam corridas de curta, média e longa distância

Corredores de “sprints” tendem a utilizar mais força do que os de média e longa distância, diz especialista

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Nesta edição de sua coluna para a Rádio USP, Paulo Roberto Santiago fala sobre corrida. “Quando o assunto é corrida, principalmente de curta, média e longa distância, os aspectos fisiológicos e biomecânicos devem ser levados em consideração”, observa.

Santiago analisa artigo publicado na revista Integrative and Comparative Biology, de Oxford Academy, Inglaterra, que estuda os principais aspectos fisiológicos e biomecânicos para cada tipo de corrida e aponta que ,“nas corridas de curta distância, os sprints – fatores biomecânicos – foram dados como os mais importantes, pois os atletas ao dispararem empurram fortemente o solo em um curto período. Então o apoio do pé no chão é pequeno, mas com grande força”.  

Outro fator apontado por Santiago é que na corrida de média distância os fatores biomecânico e fisiológico apresentam a mesma relação, principalmente pela questão anaeróbica que sempre é predominante.”Já na de longa, o mais importante é a questão fisiológica, e a biomecânica é lembrada pelos altos níveis de VO2 e de lactato sanguíneo”, afirma.

Santiago, juntamente com o professor Marcelo Papoti, da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP) da USP, realiza estudos sobre corridas, assim como também os alunos de graduação e pós-graduação que, além dos estudos de biomecânica e a fisiologia dos sprints, analisam a força e amplitudes de corridas em esteiras e até mesmo as corridas de alta intensidade.

Ouça, no link acima, a íntegra da coluna Ciência e Esporte.

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