Ensino médio a distância divide especialistas na USP

O texto aprovado prevê que, nos cursos diurnos, o aluno poderá fazer 20% das horas obrigatórias a distância

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Em meio ao debate sobre a Escola sem Partido na Câmara dos Deputados, proposta defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, o País enfrenta outros desafios na educação. Menos de um terço das crianças de até 3 anos está em creches. A meta estipulada pelo PNE (Plano Nacional de Educação) é matricular ao menos metade das crianças dessa faixa etária até 2024. O ensino médio também enfrenta problemas, já que é onde está o maior gargalo da educação básica, com altas taxas de abandono e baixos indicadores de aprendizado. Apesar disso, o governo propõe que parte do ensino médio seja a distância, medida que divide especialistas da Universidade de São Paulo. O Professor Emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP,  Fredric Michael Litto, defende a iniciativa, enquanto a professora Belmira Oliveira Bueno, titular da Faculdade de Educação da USP, é contrária à proposta.

Acompanhe a matéria, na íntegra, pelo link acima.

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