Ensino a distância deve ser complementar, não alternativo

Professor da USP comenta proposta discutida pelo Conselho Nacional de Educação

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O Conselho Nacional de Educação discute permitir que até 40% das aulas possam ser feitas a distância no ensino médio. Já na educação de jovens e adultos, o curso poderia ser feito integralmente nessa modalidade. Marcelo Giordan Santos, professor associado do Departamento de Metodologia de Ensino e Educação Comparada (EDM) da Faculdade de Educação (FE) da (USP), explica que o Brasil não tem atualmente infraestrutura para uma reforma como essa. De acordo com ele, o ensino a distância seria mais bem aproveitado como complementar ao tradicional, e não alternativo a este. Além disso, ele contextualiza essa proposta no atual momento político e comenta outros prós e contras do projeto. Confira a matéria completa no player acima.

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