Empregos que envolvem relações humanas não vão deixar de existir

Nem todo trabalho humano será substituído pela máquina e a inteligência emocional será mais valorizada, afirma Luli Radfahrer

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Existem coisas que a máquina não vai conseguir fazer no lugar do ser humano. Luli Radfahrer cita como profissões insubstituíves as dos enfermeiros, psicólogos, contadores de histórias, professores, atores, entre outros. “Um bom enfermeiro conhece o paciente, cuida dele, etc., são funções ricas que nos últimos 50 anos foram desprezadas e empurradas para debaixo do tapete. Veja quanto ganha um professor, um artista de teatro, uma série de pequenas coisas que a máquina é incapaz de fazer e que o ser humano, por mais capaz que seja de fazer, não dá valor”, afirma.

O colunista ressalta que a inteligência emocional será muito mais valorizada do que é hoje. “As pessoas estarão mais preocupadas umas com as outras ao invés de se preocupar como chegar mais rápido em casa. Assim a vida tem mais sentido.”

Ouça no player acima a íntegra da coluna Datacracia.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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