Eleição é método ideal na escolha para direção em escolas públicas

Para professora, nomeações são feitas por questões políticas e concursos públicos são avaliações questionáveis

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Segundo dados apresentados pelo Ministério da Educação e tabulados pela Folha de São Paulo, 45% dos diretores de escolas públicas chegam ao cargo por indicação. Desses, apenas 23% têm especialização em gestão de ensino, índice que cai a 13% entre aqueles que chegam ao cargo de outra forma.

Para a professor da Faculdade de Educação, Lisete Arelaro, o modelo ideal de escolha de diretores deve ser uma eleição entre os integrantes da comunidade escolar, pais, alunos e professores.

Mais valiosa que conhecimento administrativo,  ela considera que os diretores devem ter respaldo de seus pares para desenvolver um bom trabalho. Nesse sentido, o método da nomeação é deficiente, porque correm o risco de ser feitas por motivações políticas. Já os concursos, se não sofrem pressão política, podem ser avaliações questionáveis e um método ineficaz para mensurar a qualidade dos candidatos.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

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